Jornada

De joelhos dobrados ao chão
direciono meu olhar ao céu fazendo perguntas...
Questiono Deus se tudo o que vivi até hoje foi em vão
eu tenho vários questionamentos, mas não obtenho respostas.
Sinto um frio na espinha, e minha mente se ilumina como um clarão,
decido seguir a diante, sem saber o que serei lá na frente...
Sem saber se o destino aceitará minha decisão.
Eu posso perder a minha essência, eu posso ser o mesmo sem ter nada de diferente...
Esse é o começo da minha jornada!
Sigo por aí, com poucos amigos,
fujo do passado, pegando qualquer estrada.
Vou caminhando sozinho,
tenho somente a companhia de alguns desconhecidos,
que se encontram em meu caminho.
Eu apenas cansei dessa gravidade que insiste em me puxar para baixo.
De seguir um padrão, de viver seguindo as regras...
Eu às conheço, mas elas não me conhecem!
Eu nasci para viver em órbita, como um satélite em meio às estrelas...
Gosto de ter a liberdade em meu pensamento!
Minha jornada é solitária, não me misturo com pessoas!
Pois elas dizem que sou tolo por acreditar em sonhos ao relento...
enquanto seus sonhos estão presos em gaiolas,
enfrento qualquer um que se opor!
Todas as perguntas eu posso responder,
pois em minha alma existe um mentor,
e todos os dias ele me ensina a viver!

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Sobre D.C. Zapater

Doug
Douglas tem 29 anos, mora no interior de São Paulo, formado em Direito pelo Instituto de Ensino Superior de Bauru (IESB).
Apaixonado pela saga Harry Potter, começou, à partir desta, a desenvolver uma enorme paixão por leitura, paixão, que começou ainda em sua infância, mesma época de sua vida na qual começou a desenvolver grande fascino por poesia, foi neste mesmo período, que começou a escrever os primeiros versos.
Além de J.K Rowling, também tem grande admiração por poetas da 2ª Geração do Romantismo, como Álvares de Azevedo, Casimiro de Abreu, George Gordon Byron.
Douglas também aprecia a busca pela evolução pessoal, por isso, tal literatura é muito presente em seu dia à dia, entre os autores deste estilo, o que mais se destaca nas preferencias do poeta é Augusto Cury.
Nas horas vagas Douglas gosta de colocar no papel, em meio à rimas, sentimentos aleatórios que povoam seu tempestuoso coração.